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montesclaros.com - Ano 26 - sábado, 4 de abril de 2026

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Jornalismo exercido pela própria população

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Mensagem N°53049
De: marcelo Data: Sábado 19/12/2009 22:49:10
Cidade: monts claros  País: brasil

barulho nos arredores da lagoa da pampulha continua infernal..onde está a tal patrulha do silencio?

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Mensagem N°53046
De: Gersier Data: Sábado 19/12/2009 21:30:19
Cidade: Montes Claros

(...) ,mais um incômodo aconteceu das 19 as 21 horas em parte do Santa Rita II e Clarindo Lopes.Foi o tempo que ficamos sem energia da CEMIG.Além do incômodo,o aborrecimento,pois não se consegue saber o que ocorreu e nem a previsão da volta do fornecimento,pois o atendimento eletrônico é de péssima qualidade.

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Mensagem N°53044
De: Aparecida Data: Sábado 19/12/2009 21:04:00
Cidade: M.Claros

17/12/09 - 16h03 - Equipe do arquiteto Jaime Lerner identifica confinamento nas ruas "por excesso de publicidade" e já sugere mudanças na cidade

Já se sabia, há bastante tempo, que o lixo da publicidade nas ruas está emparedando a cidade. A poluição visual já é quase tão assustadora quanto a poluição sonora. E temos leis que expressamente vedam as duas coisas e não são obedecidas. Até quando? A resposta pode vir das urnas, pois o eleitorado se mostra crescentemente atento às duas coisas - poluição sonora e poluição visual. Dois pratos cheios em Montes Claros. (...)

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Mensagem N°53034
De: J. Cardoso Data: Sábado 19/12/2009 11:36:18
Cidade: M. Claros

19/12/09 - 11h02 - "A região do Bairro Morrinhos é que passará por transformação mais acentuada, pois o Mercado Sul (...) será revitalizado para abrigar área cultural, assim como o Armazém Ferroviário, (...) que terá um auditório com capacidade para 470 pessoas "
A equipe do ex-prefeito de Curitiba, Jaimer Lerner, é planetariamente conhecida. Transformou e colocou na vitrine a capital Curitiba. Ninguém discute. Basta visitar a cidade. Onde havia favelamentos, ele criou parques e jardins, áreas verdes, amplitudes, muito diferente dos governantes faveladores, distribuidoras de lotes para a população pagar em dinheiro e em consequências desastrosas. Pois bem. Chamada a opiniar sobre o planejamento de M. Claros, a equipe já aponta na direção que parece ser a mais correta. Nada de suprimir espaço da população para ceder à ferocidade das máquinas, dos carros. Muito ao contrário. É preciso preservar a vida. O oposto do que se viu recentemente em M. Claros, onde sua avenida mais simbólica e mais característica foi destruída e violada para levar e trazer carros para um supermercado que surgiu exatamente no lugar de um prédio histórico. Um prédio que recolhia a história recente da cidade, muito embora não fosse exatamente formoso. Mas era histórico. Um crime que a história vai reaçar, ano após ano, para lembrança das gerações futuras. A equipe de Jaime Lerner parece já ter diagnosticado que é vital, pertence à vida, preservar as áreas verdes, aumentá-las, em proveito do homem e não da máquina. Há esperança ainda. Saudemos a esperança. Sonhemos.

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Mensagem N°53033
De: Samuel Data: Sábado 19/12/2009 11:08:58
Cidade: Moc

Professores, doutores, mestres, autores de livros, gente erudita enfim, muitos já não distinguem a diferença entre o "a" e o "há". Bicudíssimos tempos. Naufragou a nossa educação. Títulos, certificações acadêmicas, diplomas, voam como pardais pelo ar, mas conhecimento efetivo...

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Mensagem N°53032
De: Hoje em Dia Data: Sábado 19/12/2009 10:53:41
Cidade: Belo Horizonte

Projeto reduz tráfego de veículos no Centro de Moc - Equipe de Jaime Lerner sugere alargamento de calçadas na região - Girleno Alencar - O estreitamento de ruas, com o consequente alargamento das calçadas, priorizando a presença dos pedestres. Essa foi uma das principais propostas apresentadas pela equipe do escritório do arquiteto Jaime Lerner, do Paraná, para revitalizar o Centro de Montes Claros. O estudo foi entregue e discutido na última quinta-feira (17), durante reunião com os secretários municipais.
De acordo com o projeto, o Centro da cidade ficaria somente com o tráfego de veículos do transporte coletivo. O estreitamento das ruas seria realizado com o fim das áreas de estacionamento, e as novas calçadas teriam pavimento especial, além de iluminação especial.
A empresa de Jaime Lerner, contratada por R$ 600 mil, para fazer o projeto, tem seis meses para concluir seus serviços e, em dois meses e meio, já apresentou as primeiras propostas. Na segunda-feira, o estudo será entregue ao prefeito Luiz Tadeu Leite, quando ele retornar a Montes Claros. Na terça-feira, será discutido com os secretários.
De acordo com o secretário municipal de Planejamento, João Henrique Ribeiro, o prefeito deverá submeter as propostas à população, o que poderá ocorrer em audiências públicas, ou em reuniões com segmentos da comunidade. Depois dessa fase, as sugestões serão transformadas em projetos e definida sua viabilização.
Os estudos apontam que Montes Claros tem 118.397 veículos automotores oficialmente registrados, sendo 51.229 motocicletas, 49.580 carros de passeio, 9.928 caminhonetes, 6.468 caminhões, 1.065 ônibus e 127 outros tipos de veículos.
Ainda conforme o levantamento, 75,4% da população anda a pé; 10,2% usa ônibus; 5,8%, mototáxis; 3,3%, automóveis; 2,8%, bicicletas; 1,1%, motocicletas; e 1,4%, outros meios de transporte. Os dados são da MCTrans, com base na pesquisa realizada pelo Instituto Rua Viva.
No sistema viário, a equipe do arquiteto paranaense propôs a criação de três anéis. O central definiria o escoamento da área mais antiga da cidade, onde se concentra o comércio; o intermediário se localizaria na cidade; e o rodoviário usaria o Anel já existente, inclusive com a Avenida das Torres, ligando as BRs 251 (saída para Janaúba) e 135 (saída para Januária), usando a área debaixo da rede de alta tensão.
O região do Bairro Morrinhos é que passará por transformação mais acentuada, pois o Mercado Sul, construído em 1970, será revitalizado para abrigar área cultural, assim como o Armazém Ferroviário, em processo de cessão à prefeitura, que terá um auditório com capacidade para 470 pessoas para eventos musicais, além de arena multiuso.
De acordo com a arquiteta e urbanista Giana Rossi, as possíveis modificações dizem respeito à mobilidade, transporte e sistema viário e levam em consideração todas as peculiaridades do morador de Montes Claros.
“Morfologicamente, o Centro tem ruas e calçadas estreitas, vegetação concentrada nas praças e equipamentos urbanos de várias épocas. O espaço viário é muito pequeno e há descontinuidade do piso e excesso de publicidade, o que causa um confinamento”, alega. Ela afirmou que será necessário um trabalho de regularização e uniformização do piso das calçadas e do mobiliário em geral.
O arquiteto e urbanista Alan Cannell alegou que a malha urbana foi crescendo aos poucos, o que representa um problema pela sua descontinuidade. Segundo ele, a Avenida João XXIII é o ponto crítico do município. Para Cannell, as correções necessárias para a fluxo ideal do trânsito não terão um custo elevado, já que poucas as áreas necessitarão de desapropriação de imóveis.

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Mensagem N°53030
De: Web Outros Data: Sábado 19/12/2009 10:51
Cidade: Belo Horizonte

O Afeganistão por aí

Manoel Hygino - Jornal "Hoje em Dia"

Foi em agosto que encontrei a notícia no montesclaros.com. O Afeganistão aprovou polêmico projeto que permite aos homens xiitas negar comida às suas mulheres, caso se recusem a manter relações com eles. A nova lei vale apenas para a minoria xiita e estabelece outras normas, como a custódia exclusiva dos filhos para pais e avôs e a necessidade de permissão dos maridos para que as mulheres possam trabalhar.
Recentemente, o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, bem aproximado politicamente do Ocidente, obrigava as mulheres xiitas a manter relações sexuais com seus maridos no mínimo a cada quatro dias. Restaria saber se os homens estariam dispostos ao cumprimento desse calendário, possivelmente extenuante.
Vê-se que o Afeganistão vai mal, com ou sem taliban. Lá, 80% das mulheres são analfabetas e, no regime anterior, o dos talibans, estavam proibidas de estudar. No governo atual, são cerceadas de direitos fundamentais e obrigadas a regras absurdas de comportamento.
Entre elas, submeter-se ao estupro pelos maridos, legalmente. As adolescentes são coagidas a casar antes de 16 anos e constituem moedas de troca em disputas de família e em cobranças de dívidas. Resultado: o índice de gravidez entre 10 e 14 anos é elevadíssimo.
Na recente eleição de Karzai, elas compareceram temerosas para votar. Do ato em si e de represálias. O número de votantes do sexo feminino foi baixo. É bom realçar o trabalho da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, ostensivamente contra estas práticas inaceitáveis neste milênio. Disse: "Eu acredito que a transformação do papel da mulher na sociedade é o último grande impedimento ao progresso universal".
Não só no Afeganistão. Toda aquela região está comprometida com essas posições radicais. Na África, não menos, a não ser em determinados países. Na terra de Gandhi, 40% das mulheres são analfabetas. A CNN mostrou: cinco mil assassinatos de honra por ano, a maioria no mundo muçulmano; 130 milhões de mulheres sofreram corte genital; 21% em Gana confessaram que sua iniciação sexual foi por estupro.
Questões semelhantes não se restringem, contudo, à Ásia e a África. O mundo está atrasado séculos em termos de tratamento das mulheres. Vendiam-se negras - e negros também - durante a escravidão no Brasil e colônias espanholas. Ainda no século XXI, o comércio de mulheres tem abrangência internacional. Mas o que acontece no Afeganistão, que pretende demonstrar evolução social e humana, causa desaprovação, condenação e dor. Até quando?
No Brasil, ainda se negociam mocinhas e o sexo é instrumento de remuneração. Embora não sejam utilizados métodos como os da Afeganistão, a submissão feminina é candente, humilhante criminosa. Não há como negar.
O papa Honório III sentenciara: "As mulheres não devem falar. Seus lábios carregam o estigma de Eva, que foi a perdição dos homens.
Para Eduardo Galeano, o mesmo pânico faz com que os fundamentalistas muçulmanos lhes mutilem o sexo e tapem seus rostos. Na civilizada e exemplar Grécia, antes de Cristo, as mulheres não tinham senão direito de obediência às tarefas próprias do sexo.
Elas sequer participavam do teatro. Podiam simplesmente assistir às obras, nos piores lugares, nas arquibancadas mais altas, mas não representavam. Não havia atrizes. Na obra de Aristófanes, Lisistrata e as outras protagonistas foram interpretadas por homens usando máscara, como observa o autor uruguaio.
Não foi diferente o cenário teatral na gloriosa Inglaterra. Nas peças de teatro, havia rapazes fazendo o papel das personagens femininas dos grandes dramaturgos, como Shakespeare. O mundo não mudou muito e abrangentemente.
A propósito, em plena guerra do Peloponeso, as mulheres de Atenas, Esparta, Corinto e Beócia se declararam em greve contra o conflito. Elas não mantinham relações com seus homens e o jejum carnal terminou por vencer os guerreiros. Assustados diante da rebelião feminina, disseram adeus aos campos de batalha.
E agora, Karzai?

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Mensagem N°53029
De: Enoque Alves Rodrigues Data: Sábado 19/12/2009 10:51:03
Cidade: são paulo  País: Brasil

...ASSIM ERA O NOSSO BREJO - PARTE 7 - O Padre Augusto... 2

Ele veio ao mundo no dia 31 de Julho de 1856 em Montes Claros que àquela época já não era mais a colônia de há quase dois séculos atrás, dos ferozes índios tapuias, ou do destemido Bandeirante Antonio Gonçalves Figueira. A praça onde se encontra hoje erguida a vela Matriz era o ponto central da comunidade. Algumas ruas adjacentes já eram calçadas e davam à cidade um aspecto limpo e civilizado. Nas festas de agosto ela se enchia de uma multidão engalanada e satisfeita para ver a corrida da cavalhada, reminiscência das lutas travadas entre Mouros e Cristãos. Era uso que vinha de longe!
Naquele dia, no lar humilde de Camilo Prudêncio da Silva, homem austero e de velha têmpera, vários parentes se aglomeravam na pequena sala de estar, à espera de uma délivrance que se aproximava.
Camilo Prudêncio andava de um lado para o outro, impaciente, esperando que se retirasse do quarto, quando à porta se abriu e uma preta volumosa apareceu sorridente, exclamando:
-“Deus qui conserve ele, sô Camilo: é um anjim de ôio azú qui nem preda de ani”-.
Seu Camilo nem sequer teve tempo de ouvir os elogios da preta velha, pois entrou afobado pela porta à dentro, em cujo quarto uma criança já anunciava, com fortes e estridentes vagidos, a sua presença neste mundo do Senhor.
Era um tempo em que os pais recebiam o nascimento de um filho como uma verdadeira dádiva dos Céus, diferentemente da era moderna em que os mesmos são considerados um sério empecilho...
Aquele não era o primeiro filho do casal, porque antes já havia nascido Américo e Antonio; mas, como se ele trouxesse um destino igual aos grandes iluminados da terra, seu pai sentia no âmago da própria alma como que uma coisa assás diferente!
Passados alguns dias, foi levado à pia batismal, sendo oficiante o Cônego Antonio Gonçalves Chaves que foi o próprio padrinho. Este lhe deu o nome de Augusto.
Criança, seja ele de que nível for, está sempre a brincar com os companheirinhos. E aquela pertencia à classe média: nem pobre de ser miserável, nem rica de ser barão.
Com apenas cinco anos, Augusto já era um menino aplicado, propenso às coisas eclesiásticas, motivo porque era sempre visto na igreja, principalmente nas festas religiosas, vestido com a sua batina vermelha de coroinha.
Afilhado do Cônego, a quem todos chamavam de “Inhô-Inhô-Vigário”, foi ele crescendo naquele ambiente místico e cheirando a incenso. Como demonstrasse incontido desejo de aprender as primeiras letras, foi entregue aos cuidados de um tal Benicio Teixeira de Carvalho, mestre de aquela geração montesclarennse. Seu pai, sentindo-se orgulhoso diante das notas que o filho obtinha na escola, de quando em vez, querendo prever o futuro longínquo, dizia-lhe contente alisando os seus cabelos loiros encaracolados: “Meu filho você um dia será o sucessor de seu padrinho”. Camilo Prudêncio, avarento como qualquer pai quando pensa no futuro do filho, sonhava na grandeza de um futuro bispo, esquecendo-se por sua vez de que, nem sempre no veludado da púrpura, está a santidade dos discípulos de Jesus. Enquanto o menino Augusto crescia em Montes Claros, a pequena comunidade de São Gonçalo de Brejo das Almas, hoje Francisco Sá, para cujo rincão ele futuramente se transferiria para exercer o mais puro Sacerdócio, florescia às margens do gorutuba, entre seus morros do mocó e catuni e mais adiante o da “maceira”. Semana que vem tem mais. Homenagem ao grande e incomparável escritor das Alterosas: Geraldo Tito Silveira.

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Mensagem N°53025
De: Marly Data: Sábado 19/12/2009 09:23:22
Cidade: M. Claros

Nós, moradores das proximidades do aeroporto, estamos de novo alarmados. Depois de meses de sossego, com a desativação da boate irregular onde antigamente funcionou o restaurante Redondo, estamos n ovamente ameaçados. Surgiu lá o anúncio de instalação do que parece ser novamente uma boate. Apelamos a todas as autoridades para que não permitam uma atividade ruidosa em área essencialmente residencial. Não podemos regredir. Foi uma luta conseguir que a lei fosse cumprida. Agradecemos o empenho do Ministério Público e, publicamente, fazemos este alerta para impedir que a lei volte a ser violada.Parece que o retorno do barulho é um aberto desafio ao anúncio da Patrulha do Silêncio, em boa hora lançada pela Prefeitura. O mais grave é que a pessoa que seria dona do local (que na verdade é área pública ilegalmente ocupada) trabalha no gabinete do próprio prefeito de M. Claros. (...)

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Mensagem N°53020
De: Raphael Reys Data: Sexta 18/12/2009 19:13:08
Cidade: M.Claros

O CONTRA-AGÁ
série Bandeira 2)
Ou mesmo o agá do agá, chamado também de antichaveta, ou contra-agá. A terminologia das palavras foi criada pelo fanático atleticano Evandro Alcântara, o Canzil, freqüentador das noites dos Montes Claros e freguês número um do Bandeira 2.
A cena se desenrola no salão de sinuca do Bandeira 2, em 1970, quando conhecido advogado do DNOCS já com muitas doses de scotch na cabeça e os bolsos abarrufados de grana resolveu dar uma de Jeremias, o Bom. Contratou Dincanga, malandro e cantor da noite, cobra mais do que criada na vida noturna, cria e cúmplice dos freqüentadores da casa para jogar apostado por ele contra o “Lado”, conhecido bookmaker.
No pano verde rolou muito vento e muita sugesta! E como a crônica era de um final anunciado, o pato barrufado entrou na trizidela. Foi comido pelas cobras de plantão, acabado o seu dinheiro em espécie e com a cabeça cheia de uísque e aplaudido pelas mariposas de plantão, passou a assinar promissórias, dando curso às apostas, demonstrando riqueza.
Como a grana que rolava era alta, Zé Côco era o financista do bookmaker ‘Lado’ e bancava o risco com fifty-fifty, sócio no lucro e na desdita.
Amanhecia o dia e o pato já com os bolsos lisos e atolados até o pescoço na dívida, quando a sua família avisada por um puxa saco veio e interceptou a aposta. Retirando o otário da cena e ameaçando demais jogadores, e mulheres que já altas aplaudiam o otário.
Zé Côco, esperto que nem coelho apanhou os cinco mil em espécie, deu 200 para melar a boca do “Lado” e lhe passou as promissórias, com valores expressivamente maiores, mas, supostamente “irrecebíveis,” já que a família do otário ameaçou a todos de processo.
“Lado”, como sabe que macaco é 17 e, a carreira do cavalo é curta ficou na dele. Contratou um amigo, que imitando a voz do “doutor pato” marcou por telefone com Zé Côco data próxima para resgatar os “papagaios” em nome da moral da família. Era a aplicação do contra-agá!
Zé Côco, como era apavorado por dinheiro, deu farol alto nos papagaios furados, devolveu os cinco mil ao “Lado”, acrescidos de mais dois mil, comprando, assim, as notas frias.
Deu-se mal. No dia marcado pelo agá dirigiu-se ao gabinete do homem na autarquia. Foi recebido com pedras e chamamento de segurança e de polícia! Como estava enrolado com a lei e em débito com a justiça, gramou o beco perdendo as notas frias.
Era uma história de Butantã. Cobra vacinada engolindo cobra vacinada!
Nós temos história, somos da roça, mas somos chiques.

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Mensagem N°53018
De: Rafael Andrade Data: Sexta 18/12/2009 17:42:39
Cidade: Montes Claros/MG

O centro de Montes Claros é um caos. Carros não andam, motos não respeitam nada, biciletas e carros de cd e frutas encima das calçadas. Vamos ter que arrumar um jeito de voar.E o barulho? Precisa comentar alguma coisa? Acho que não. Definitivamente, Montes Claros está largada. E nós também.Sorte de quem vive na roça.

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Mensagem N°53015
De: Vinícius Ahnert Data: Sexta 18/12/2009 16:46:00
Cidade: Francisco Sá/MG

(...) A Prefeitura de Francisco Sá abre Concurso Público para o preenchimento de cargos. São 220 vagas, com salários que variam de R$465,00 (quatrocentos e sessenta e cinco reais) a R$3.000,00 (três mil reais). O edital está disponível em mural afixado no Prédio da Prefeitura de Francisco Sá, no site da Prefeitura: www.franciscosa.mg.gov.br, e no site da Empresa Sérgio Bassi & Consultores Associados S/C LTDA: www.sergiobassi.com.br. (...) Data da Inscrição: 22/02/2010 a 24/03/2010. Local da Inscrição: Av. Getúlio Vargas, n° 1014, Centro – Francisco Sá
Horário da Inscrição: 08:00 às 17:00 hs. Pela Internet: www.sergiobassi.com.br entre 08:00 horas do dia 22/02/2010 às 17:00 horas do dia 24/03/2010.

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Mensagem N°53014
De: Kenedy Data: Sexta 18/12/2009 16:43:40
Cidade: Montes Claros

Choveu 5 milímetros no bairro Morrinhos. Muito mais do que o "nada" de chuva que a meteorologia hoje reservou para nós.

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Mensagem N°53013
De: Suzana Data: Sexta 18/12/2009 16:37:10
Cidade: Montes Claros

18/12/09 - 10h - Umidade do ar desce aos 38% e chuva de hoje para M. Claros some da previsão; talvez no sábado e no domingo

O serviço meteorológico levou o maior baile". Ainda há pouco, o tempo "fechou" e choveu na cidade. Em alguns bairros, chegou a chover forte - talvez coisa de 10 milímetros. O céu agora já deixa partir as nuvens carregadas e volta a exibir nuvens mais claras e mais leves.

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Mensagem N°53009
De: Waldyr Senna Data: Sexta 18/12/2009 15:47
Cidade: Montes Claros

Afinal, uma boa notícia

Waldyr Senna Batista

Pela primeira vez, depois de muitos anos, saiu na grande imprensa dado favorável a Montes Claros nos quesitos segurança pública e criminalidade. A informação é de boa procedência e merece ser comemorada.
Trata-se do índice de vulnerabilidade juvenil à violência ( IVI-V), de cuja existência não se tinha conhecimento, que pesquisou 266 municípios do país com população de mais de 100 mil habitantes. O levantamento foi patrocinado pelo Ministério da Justiça, em parceria com o Forum Brasileiro de Segurança Pública, e considerou cinco indicadores: homicídios, acidentes de trânsito, emprego/freqüência escolar, pobreza e desigualdade.
Diante de proposta tão ampla, e levando-se em conta os acontecimentos dos últimos vinte, seria de imaginar que Montes Claros aparecesse entre as primeiras da lista. Mas, surpreendentemente, não foi o que aconteceu. Essa posição coube a Governador Valadares, cidade do Vale do Rio Doce, que ficou em 5º lugar, sendo a única de Minas Gerais entre as dez com vulnerabilidade “muito alta”, índice superior a 0,5. Montes Claros – acredite – aparece em 142º lugar, com vulnerabilidade “média-baixa”(índice de 0,36).
Os municípios foram agrupados em cinco categorias, quanto à vulnerabilidade: muito alta, alta, média, média-baixa e baixa. Segundo o coordenador do trabalho, Renato Sérgio de Lima, secretário-geral do Forum Brasileiro de Segurança Pública, o diagnóstico servirá para aferir a interiorização da vulnerabilidade dos jovens em relação à violência. Ele diz que “As capitais sofreram de forma mais aguda com os problemas e desenvolveram ações preventivas mais contundentes para atender este público”, cuja faixa etária situa-se entre 17 e 24 anos. Em Belo Horizonte, segundo ele, houve redução de homicídios, um dos componentes da pesquisa, podendo-se concluir, a partir desse dado, que houve migração para os centros médios, o que explicaria o caso de Governador Valadares.
Entretanto, essa análise não valeu para Montes Claros, que tem características semelhantes a Governador Valadares e é sempre citada como cidade violenta, com ocorrência média mensal de cinco homicídios. Não obstante, ela aparece na pesquisa em posição confortável: índice de vulnerabilidade de 0,36, com 0,144 no indicador de homicídios e 0,244 no de acidentes de trânsito. Com base nesses números, caberá aos especialistas explicar essa aparente contradição entre a realidade e as estatísticas.
Ao participar da divulgação dos dados da pesquisa, o ministro Tarso Genro fez observação que pode explicar, em parte, essa suposta divergência. Disse ele que os números obtidos derrubam determinados mitos, como o de que a situação mais vulnerável no país é a do Rio de Janeiro. “A gente tem essa impressão, mas não é”, disse o ministro, apontando o Nordeste como a área crítica, devido a indicadores sociais muito baixos, com pouca aplicação de recursos em segurança pública e execução de poucas políticas preventivas.
Essa análise talvez pudesse ser aplicada a Montes Claros, onde houve investimentos expressivos no setor da segurança pública e ação efetiva na repressão à criminalidade. Como resultado, registrou-se recuo na incindência de homicídios (de quase cem no ano passado, para pouco mais de sessenta neste ano) e ação efetiva contra o tráfico de drogas, com a prisão de bandidos tidos como os chefes de quadrilhas que incluíram a cidade na rota do narcotráfico.
Na verdade, não há por que tentar entender os dados dessa pesquisa. Eles são favoráveis, e pronto. E parecem coerentes com as avaliações que colocam Montes Claros em décimo lugar entre as 25 cidades com mais de 100 mil habitantes no ranking das mais violentas do Estado. Há dois ou três anos ela aparecia em terceiro lugar.
Não é o caso de soltar foguetes. Mas pode-se comemorar. Discretamente...

(Waldyr Senna é o mais antigo e categorizado analista de política em Montes Claros. Durante décadas, assinou a "Coluna do Secretário", n "O Jornal de M. Claros", publicação antológica que editava na companhia de Oswaldo Antunes. É mestre reverenciado de uma geração de jornalistas mineiros, com vasto conhecimento de política e da história política contemporânea do Brasil)

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